“Pois este meu filho estava morto e reviveu”

reviverUma história de fé, perseverança, aceitação e milagre

A “Querida”, Maria das Dores Golçalves (irmã Dorinha), sofreu um AVC nas dependencias da igreja há alguns anos. Após o AVC, ficou acamada e em virtude de tanto tempo inerte acabou com sérios problemas circulatórios nas pernas que se abriram em feridas – impedindo ainda mais que ela se movimentasse. Estar afastada das reuniões e de seu Ministério trouxe tristeza, angústia e, é claro, a depressão. Sentia-se só, e em Ribeirão das Neves as visitas foram ficando menores em virtude da corrida da vida. Tive a graça de conhecê-la junto com a irmã Rosangela, fomos apresentadas a ela pela irmã Margareth. Amar Dorinha foi fácil. O sorriso, a alegria por estarmos ali, a voz mansa e doce. Seu sonho era participar a ceia e um dos líderes, com todo amor, nos proporcionou essa alegria. Aliás, fez mais, entrou em contato com o Pastor, explicou os fatos e o colocou para falar com a Dorinha! Meu Deus! Ela tremia, se sentia a pessoa mais importante em poder falar com nosso amado pastor. Mas, Deus sempre nos dá mais do que pedimos ou pensamos e após o Pastor orar por ela, ele pediu que Dorinha orasse por ele. Aleluia! Dorinha se derramou em lágrimas de contentamento pela honra que lhe era concedida. Foi impossível conter o choro, e aqueles minutinhos trouxeram o céu àquele lugar. Pouco depois, as coisas se complicaram e Dorinha foi piorando até ficar em coma. Uma bactéria resistente à medicação baixou sua imunidade e tudo ficou ainda pior.

Saímos muitas vezes, eu e a Rosangela, com a certeza de não vermos mais nossa irmã com vida (se é que podíamos chamar de vida àquele quadro tão triste). Mas, aleluia! Deus soprou o fôlego de vida e Dorinha abriu os olhos! Mal balbuciando alguns sons, e o sorriso ainda lá. Irmãos é um sorriso lindo! Sorriso de quem viu a morte e a venceu! Sorriso de quem sabe quem é o Senhor da Vida! Pedíamos a ela uma oração por nós, ela fazia com lágrimas e sons que mais pareciam gemidos (e muitas vezes o eram). Nesses momentos, tomávamos sua delicada mãozinha e colocávamos sobre nossas cabeças sob a vista de médicos, enfermeiros que, com certeza, nos achavam meio malucas (risos). Nesse tempo, seu filho, de casamento marcado, teve que adiar em função da situação em que se encontrava a mãe. Quando voltou a falar, ainda com a traqueostomia, Dorinha nos perguntava se daria tempo, se melhoraria, para acompanhar seu filho até o altar no dia do casamento e se voltaria a entrar na igreja. Com essas perguntas, as lágrimas nos chegavam aos olhos e, com certeza, era o próprio Espírito quem respondia por nós dizendo que sim. Irmãos, Deus interviu, restaurou e trouxe de volta os movimentos e a fala de Dorinha, que pôde voltar para casa. A dificuldade financeira para comprar as fraldas, medicamentos, curativos, graças a Deus, foi descartada por meio de nossa amada igreja que forneceu tudo, não deixando faltar nada! Ah, irmãos, como é precioso o seu dízimo e oferta. E como Deus é fiel! No dia do casamento, Dorinha entrou com seu filho levando-o ao altar, e ele e sua noiva puderam concretizar o tão esperado sonho! Na cadeira de rodas, conduzida pelo filho, sob os olhares emocionados dos convidados, ela estava lá! Sorriso largo, lágrimas escorrendo pelo rostinho lindo e a certeza da vitória, da conquista! E hoje, Dorinha, na cadeira de rodas, está na sua casa, participando da mesa do Pai! Aleluia! Aprendemos muito com ela. Nunca a vimos murmurar, acusar, questionar nem a Deus nem a ninguém. Pelo contrário, sempre pronta a desculpar, defender ou perdoar as falhas humanas. Por tudo isso, agradecemos a Jesus, ao Pastor, aos líderes. Jesus recompense a todos. Fiquem na paz

Por Dorinha

 

Versiculos

Provérbios, 21:21 - O que segue a justiça e a bondade achará a vida, a justiça e a honra.

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