Quintas de Vitória


Sara não creu...

Quando Sara recebeu a notícia de que havia a promessa de um filho para o casal da parte de Deus, ela riu. "Riu-se, pois, Sara no seu íntimo, dizendo consigo mesma: Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?" (Gênesis 18:12)

A história de Sara tem se repetido continuamente na vida de milhares de pessoas que se dizem cristãs. Muitos membros e até mesmo pessoas envolvidas com a obra de Deus têm vivido uma vida de aparência. Pessoas que participam de reuniões, oram, trabalham na obra de Deus, têm uma conduta muito boa, mas não têm um relacionamento intimo com Deus. Servos que se limitam ao templo. Jesus abordou esse tipo de cristão em Apocalipse, quando se dirigiu à igreja de Laodicéia. "Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca." (Apocalipse 3.16).

No caso de Sara, a promessa de um filho veio quando ela já era avançada de idade, e só se cumpriu 25 anos depois, quando Sara tinha 90 anos. Deus é Deus, e permitiu que Isaque viesse dentro desse contexto para provar tanto para Abraão quanto para Sara que ele tem poder para operar milagres e maravilhas da maneira que bem entende.

Sara, além de rir da promessa de Deus, procurou uma maneira de antecipar o que Deus havia prometido, duvidando do que Ele poderia fazer na vida dela. Por causa de sua atitude, até os dias de hoje há conflito entre duas nações de parentesco de sangue. Uma vinda de Ismael, filho da escrava Agar, e outra de Isaque.

Existem pessoas que reconhecem o poder e a autoridade de Deus para a vida dos outros mas não para a sua. Acreditam que Deus não quer fazer nada por sua vida.

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Aperfeiçoados e capacitados com poder

Reflexão: Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança, vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém! (Hebreus 13.20-21)

Cristo derramou o sangue da eterna aliança. Por meio dessa redenção bem-sucedida, ele obteve a bênção da ressurreição dentre os mortos. Agora, ele é o nosso vivo Senhor e Pastor.

E por causa disso tudo, Deus faz duas coisas:
1. Ele nos aperfeiçoa com tudo o que é bom para que possamos cumprir a sua vontade, e
2. Ele opera em nós o que é agradável diante dele.
A “eterna aliança”, garantida pelo sangue de Cristo, é a nova aliança. E a promessa da nova aliança é esta: “as minhas leis, também no coração lhas inscreverei” (Jeremias 31.33-34). Portanto, o sangue dessa aliança não apenas assegura que Deus nos aperfeiçoa para que cumpramos a sua vontade, mas também garante que Deus opera em nós para tornar esse aperfeiçoamento bem-sucedido.A vontade de Deus não está apenas escrita em pedra ou papel como um meio de graça. Está operando em nós. E o efeito é que nós sentimos, pensamos e agimos de maneiras mais agradáveis a Deus.

Nós ainda estamos ordenados a usar a capacitação que Ele nos dá: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor”. Porém, o mais importante é que o motivo nos é revelado: “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2.12-13).

Se nós somos capazes de agradar a Deus — se realizamos a sua boa vontade — é porque a graça de Deus, comprada pelo sangue, passou da mera capacitação para a transformação onipotente.

 
Confiando no Senhor

confiando no senhorTexto Bíblico: 2Crônicas 20.1-4,12-22
Este é, provavelmente, o capítulo mais amado e familiar de 2 Crônicas, por que explica como o Senhor garante a vitória àqueles que confiam nele. Josafá estava enfrentando a pior ameaça externa do seu reinado. Uma grande multidão (v.2) de moabitas, amonitas e outras tribos da região da Síria estavam tramando esmagar Judá. Diante da incrível disparidade numérica do inimigo, Josafá humilhou-se diante do Senhor.

O resultado?
O resultado foi a maior vitória jamais experimentada por ele em todo o seu reinado. A promessa do Senhor, dada através do profeta Jaaziel, serve de conforto para cristãos de todas as épocas que enfrentam situações de desesperança: “… Não temas, nem vos assusteis… pois a peleja não é vossa, senão de Deus.” (v.15b).
No entanto, o texto nos revela três passos que colocaram o povo na posição em que poderia acontecer a libertação pelas Mãos do Senhor:

1- Jejum. (v.3).
O jejum foi o primeiro passo para a vitória que Judá experimentou. Este foi um jejum anunciado, de que participou toda a nação. O jejum não é um meio pelo qual alguém pode manipular a Deus para conseguir algo. O jejum é simplesmente uma indicação externa de uma sinceridade interna, evidência da urgência em momentos de necessidades especiais.

2- A Oração. (vv.4-13).
A oração foi o segundo passo diretamente relacionada à vitória de Judá. A oração de Josajá talvez tenha sido baseada na promessa de 7.14. O v.12 traduz a essência desta oração para momentos de desesperança: “Porque em nós não há força… e não sabemos nós o que faremos; porém os nossos olhos estão postos em ti.” O clamor do cristão na mais escura noite da sua experiência é: “Senhor, não sei o que fazer, mas sei que posso contar com a tua ajuda.” (Is 41.10).

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Ensaio para a morte

Reflexão: Tu os arrastas na torrente, são como um sono, como a relva que floresce de madrugada; de madrugada, viceja e floresce; à tarde, murcha e seca… Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. (Salmo 90.5-6, 12)
Para mim, o fim de um ano é como o fim da minha vida. E 23h59 em 31 de dezembro é semelhante ao momento da minha morte.

Os 365 dias do ano são como uma vida em miniatura. E essas horas finais são como os últimos dias no hospital depois do médico me dizer que o fim está muito perto. E nessas últimas horas, a vida desse ano passa diante dos meus olhos, e eu enfrento a inevitável pergunta: Eu vivi bem? Jesus Cristo, o justo juiz, dirá “Muito bem, servo bom e fiel”?

Eu me sinto muito abençoado por meu ano terminar desse modo. E oro para que o fim do ano possa ter o mesmo significado para você.
O motivo pelo qual eu me sinto feliz é que há um grande proveito em ter um período de ensaio da minha própria morte. É um grande benefício ensaiar uma vez por ano a preparação para a última cena da sua vida. Esse é um grande benefício porque a manhã de 1º de janeiro encontrará a maioria de nós vivos, na iminência de inteira vida nova, capazes de começar tudo novamente.

A importância dos ensaios é que eles mostram onde estão as suas fraquezas, onde a sua preparação foi defeituosa; e eles dão tempo para que você mude antes da atuação verdadeira.

Suponho que para alguns de vocês o pensamento de morrer é tão mórbido, tão sombrio, tão cheio de sofrimento e dor que é melhor mantê-lo fora das suas mentes, especialmente durante os feriados. Eu acho que isso é insensato e que você presta a si mesmo um grande desserviço. Pois eu tenho descoberto que há poucas coisas mais revolucionárias para a minha vida do que uma meditação periódica sobre a minha própria morte.

Como você alcança um coração sábio para que saiba como viver melhor? O salmista responde:
Tu os arrastas na torrente, são como um sono, como a relva que floresce de madrugada; de madrugada, viceja e floresce; à tarde, murcha e seca… Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio (Salmo 90.5-6, 12).

Contar os seus dias significa simplesmente lembrar que a sua vida é curta e que a sua morte será em breve. Grande sabedoria — grande sabedoria que revoluciona a vida — é alcançada por ponderar de modo periódico nessas coisas.

O critério de sucesso que Paulo usou para avaliar a sua vida era se ele tinha guardado a fé. É nisso que eu desejo que nos concentremos.

E se nós descobrirmos que não guardamos a fé no ano passado, então podemos ficar contentes, como eu fico, que essa morte de fim de ano seja (nós esperamos) apenas um ensaio e toda uma vida de possibilidade de guardarmos a fé esteja diante de nós no próximo ano.

 
Um destino terrível

Reflexão: …Jesus, que nos livra da ira vindoura. (1 Tessalonicenses 1.10)

Você recorda o tempo em que estava perdido como uma criança, ou caindo do alto de um precipício, ou prestes a se afogar? Então, de repente você foi resgatado. Você se segurou pela “vida amada”. Você tremeu pelo que quase perdeu. Você estava feliz. Oh, tão feliz e agradecido. E você tremeu de alegria.

É assim que me sinto no fim do ano em relação ao meu resgate da ira de Deus. Todos os dias de Natal tínhamos fogo na lareira. Às vezes, as brasas estavam tão quentes que quando eu me aproximava, minha mão realmente doía. Eu recuava e estremecia ao pensar na horrenda ira de Deus contra o pecado no inferno. Quão indizivelmente terrível será!

Na tarde de Natal, eu visitei uma mulher que tinha sido queimada em mais de 87 por cento de seu corpo. Ela está no hospital desde agosto. Meu coração ficou comovido por ela. Quão maravilhoso foi lhe oferecer a esperança da Palavra de Deus! Porém, eu saí não apenas pensando sobre sua dor nessa vida, mas também sobre a dor eterna da qual fui salvo por meio de Jesus.

Teste a minha experiência comigo. Essa alegria com tremor é uma maneira apropriada de terminar o ano? Paulo estava contente que o Senhor do céu fosse “Jesus, que nos livra da ira vindoura” (1 Tessalonicenses 1.10). Ele advertiu que haverá “ira e indignação aos… que desobedecem à verdade” (Romanos 2.8). E “por essas coisas [imoralidade sexual, impureza e cobiça] vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Efésios 5.6).

Agora, no fim do ano, estou terminando minha jornada pela Bíblia e lendo o último livro, Apocalipse. Essa é uma profecia gloriosa do triunfo de Deus e da alegria eterna de todos os que recebem “de graça a água da vida” (22.17). Sem mais lágrimas, dor, depressão, tristeza e morte (21.4).

Mas oh, o horror de não se arrepender e não se manter firme ao testemunho de Jesus! A descrição da ira de Deus pelo “apóstolo do amor” (João) é aterrorizante. Aqueles que rejeitam o amor de Deus beberão “do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite” (14.10-11). “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (20.15). Jesus pisará “o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso” (19.15). E o sangue irá “do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios” (14.20).

Eu tremo com alegria porque eu sou salvo! Oh, a santa ira de Deus é um destino terrível! Fujam, irmãos e irmãs. Fujam com todas as suas forças. E vamos salvar o máximo de pessoas que pudermos! Não surpreende que haja mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por 99 justos (Lucas 15.7)!

 


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Versiculos

Salmos, 116:6 - O Senhor vela pelos simples; achava-me prostrado, e ele me salvou.

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